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O "Faça Amizades, Bullying Não" é da autoria de Elisandra Pauleli nasceu em 12 de novembro de 1974 em Rio Claro – SP. Formada em Marketing de Negócios e em Pedagogia. Devido a vivência em escolas, decidiu desenvolver a Campanha " Faça Amizades, Bullying Não" pela internet. É criadora do grupo Faça Amizades, Bullying Não; no facebook.O Faça Amizades, Bullying Não, se propõe a disponibilizar gratuitamente informações sobre o tema, e divulgar o maior número possível documentos, textos, indicar livros, músicas, filmes, e materiais de qualidade relacionados ao bullying virtualmente. Elisandra Pauleli, acredita que a informação é a melhor forma de evitar este tipo de violência. Neste momento o projeto tem parceria com a Comissão de Direitos Humanos da OAB de Rio Claro SP, em que são disponibilizados fóruns de debates com objetivo de formas cidadãos conscientes do perigo do bullying na sociedade, pois o bullying, cria e estimula a delinquência e induz a outras formas de violência explícita.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Rosie Huntington-Whiteley afirma que já sofreu bullying na vida

Yahoo

SÃO PAULO - Um par de lábios carnudos pode ser determinante na vida de qualquer mulher. A top model britânica Rosie Alice Huntington-Whiteley, 24 anos - que esteve semana passada no Brasil para desfilar pela Animale na São Paulo Fashion Week -, sabe bem disso. Afinal, foram os grossos e vermelhos lábios de Rosie os responsáveis pelo seu próprio nome. Depois de uma cesariana particularmente complicada, sua mãe, Fiona, nem pensou duas vezes quando a enfermeira lhe trouxe a menina e anunciou:- Ela tem lábios que lembram pétalas de rosa.
Emocionada, Fiona disse no ato:
- Vou chamá-la Rosie!
Mais tarde, quando Rosie ainda era uma adolescente de 15 anos na fazenda da família em Devon, na Inglaterra, o bullying no colégio era sobre os seios pequenos, o aparelho nos dentes e, novamente, aquela boca enorme. No ano seguinte, em 2003, fascinada com o mundo da moda e ainda achando que queria ser estilista, Rosie começou um estágio numa agência de modelos em Londres e serviu muito cafezinho até trocar de agente e conseguir o seu primeiro trabalho, um comercial para a Levis.
Hoje, Rosie lembra desses episódios e ri com a certeza de que aquelas grossas pétalas de rosa se transformaram em seu maior trunfo, ajudando a modelo a entrar para o seleto grupo de anjos sensuais a desfilar as lingeries de Victoria's Secret (VS) desde 2006; a ser o rosto da Burberry desde 2009; a ser considerada a mulher mais sexy do mundo por revistas masculinas como "FHM" e "Maxim"; a desfilar e fotografar para praticamente todas as grandes grifes de moda do planeta; a posar nua para o calendário Pirelli, fotografada por Terry Richardson; a substituir outra musa adolescente, a atriz Megan Fox, no terceiro e mais recente filme da série de carros-robôs alienígenas "Transformers" ("Transformers: o lado oculto da lua"); e a ser objeto de uma pesquisa científica realizada na Universidade de Havard na qual os cientistas concluíram que a visão da modelo provoca nos homens uma reação no sistema nervoso próxima da reação causada pela cocaína.
Na sala do Hotel Fasano, em São Paulo, onde Rosie enfrentou a maratona de entrevistas para a imprensa brasileira (dando pausas apenas para uns tragos de cigarro e os retoques de maquiagem), pergunto o que ela pensa do estudo de Harvard. Ela se mostra surpresa. Diz que nunca tinha ouvido falar naquilo, gagueja e acaba admitindo:
- Eu não faço a menor ideia do que pensar sobre isso - diz, às gargalhadas. - Parei de ler sobre coisas bizarras e fofocas a meu respeito na internet.
Cercada de uma equipe de dez pessoas e uma assessora pessoal que quer controlar do tempo das entrevistas às fotos que serão publicadas na mídia, Rosie Huntington-Whiteley afina o controle de sua carreira num momento em que a inspiração é a brasileira Gisele Bündchen:
- Gisele é a deusa de todas as modelos. Ela passa uma imagem sexy, sua carreira é tão completa, que sempre olho para ela quando preciso de algum tipo de orientação ou inspiração. Ela fez trabalhos diversos como modelo, faz filmes, nem sei se ela faz música, mas já fez vídeos maravilhosos e trabalhos voluntários, ela é essa figura completa. Estou sempre aguardando para saber o que ela fará no momento seguinte, o seu próximo passo - afirma.
A ideia de ter uma carreira além das passarelas e dos cliques é um desejo antigo, diz Rosie, mas se tornou mais consistente ano passado, quando o diretor Michael Bay - que já havia trabalhado com Rosie em campanhas para a Victoria's Secret - a convidou para estrelar, ao lado do ator Shia LaBeouf, o terceiro filme da franquia "Transformers". A experiência a conquistou, apesar de um filme de ação com robôs e muita destruição não ser exatamente o palco para a exibição de dotes interpretativos.
- Michael demanda muito de seu elenco e de sua equipe. É uma das pessoas que mais trabalham duro que eu já vi na vida, estava sempre gritando com todo mundo. Trabalhar com uma pessoa tão talentosa no meu primeiro filme foi uma honra. Gravar as cenas de ação foi fácil. Tenho certeza que meu desejo de fazer filmes de ação vem em $de meu passado como uma garota de fazenda, por ter um estilo de vida mais livre, correndo pelos campos, andando a cavalo e bicicleta - diz.
Desde então, Rosie estuda interpretação em suas horas vagas e, este ano, pela primeira vez em seis anos, não desfilará para VS por conta de compromissos com o cinema que ela prefere ainda não revelar. Rosie foi substituída como a líder dos anjos por Karlie Kloss e muita gente na época partiu para a maldade dizendo que a troca representava "um sopro de ar fresco" nos desfiles de lingerie mais famosos do mundo. Rosie está alheia às intrigas e garante que nada a impede de voltar a desfilar para VS novamente. Mas seu objetivo hoje é muito maior.
- Nos últimos dez anos, a indústria de moda mudou dramaticamente. Atrizes estão mais abertas a ter também uma carreira na indústria da moda ou ser a cara de determinado produto ou marca de luxo. E isso me deixa feliz porque, por sua vez, abre a possiblidade para que modelos façam outras coisas como trabalhos de intepretação ou serem porta-vozes de determinadas causas. As fronteiras se diluíram. Apresentar um programa de TV, escrever um livro, são tantas coisas que eu gostaria de fazer como modelo, tenho certeza que há inúmeras coisas que atrizes querem fazer além de interpretar - afirma.
Ano passado, Rosie comprou uma mansão em Los Angeles com seu namorado, o ator inglês de filmes de ação Jason Statham. Curtir a nova casa em festas e jantares com os amigos virou aquilo que a modelo mais gosta de fazer quando não está viajando, o que acontece sempre. Em 2011, por exemplo, após passar três semanas filmando "Transformers" em Los Angeles ela percebeu que aquelas foram as primeiras três semanas que ela havia passado num único lugar nos últimos oito anos. O que não significa que a garota da fazenda tenha desaparecido.
- Quando eu volto para casa da minha família eu percebo como fui protegida quando era criança. Como minha vida era pequenina, de um jeito muito bonito. Eu acho que quando atingi os 19, 20 anos, comecei a me desenvolver de fato, me tornar uma mulher. Mas eu diria que ainda há algo intrinsecamente do interior em mim. Afinal, eu adoro meter a mão na terra e, embora não pareça, eu ainda gosto de comer como uma garota do campo.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/rosie-huntington-whiteley-afirma-sofreu-bullying-vida-020000191.html

Brad Pitt teme que Shiloh sofra bullying por conta de seu look

O Fuxico

Shiloh está com cinco anos e usa roupas e cabelo de menino

Shiloh Jolie-Pitt, 5, tem mania de se vestir de menino desde pequenininha e embora mamãe Angelina Jolie não veja nenhum problema nisso, Brad Pitt está com medo que a filha sofra bullying por causa de suas escolhas, é o que afirma a revista Life & Style.

Além das roupas, Shiloh quis cortar ainda mais seu cabelo pelo que se viu quando circulava por Los Angeles com a mãe e os irmãos, no dia 22 de janeiro.


Em agosto, Jolie disse à revista Vanity Fair:

"Ela quer ser um menino. Por isso tivemos que cortar seu cabelo. Ela gosta de usar roupas de menino também. Ela pensa que é um de seus irmãos."

Embora Jolie pareça lidar bem com a situação, a Life &Style foi informada por fontes ligadas a Pitt que o ator está preocupado que outras crianças passem a zombar de Shiloh.

Nem mesmo a fama mundial impede os pais de se preocuparem que seus filhos sejam intimidados e marginalizados na escola.

Fonte: http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/brad-pitt-teme-que-shiloh-sofra-bullying-por-conta-de-seu-look/2012/01/29-129747.html

Livros infantis auxiliam na conscientização sobre o bullying

Portal da Ilha
Considerada uma das formas de violência que mais cresce no mundo, o bullying se tornou comum entre alunos e colegas em milhares de escolas e é caracterizado por agressões intencionais, verbais ou físicas, de forma repetitiva. Com o início do ano escolar, a questão volta a ser tema constante de debates sobre como tais atitudes podem afetar emocional e fisicamente uma criança. Além do isolamento ou queda no rendimento escolar, as vítimas do bullying apresentam, muitas vezes, diferentes doenças e mudanças nos traços de personalidade.

Existem diversas alternativas que contribuem para a redução do número de casos de bullying. A principal é conscientização das crianças, desde pequenas, pelos pais e familiares. A fim de auxiliar neste processo, a Editora Vale das Letras, de Blumenau (SC), acaba de lançar oito livros com o foco no bullying. Cada uma das obras aborda uma situação específica, relacionada à realidade de quem agride ou de quem sofre a agressão. O destaque vai para as obras escritas pela blumenauense Nana Toledo. Do total, seis livros são de autoria de Nana. “Passamos por uma série de pesquisas e discussões com a equipe pedagógica. Sempre tivemos muito cuidado em como o bullying seria tratado, afinal é um assunto bastante polêmico. Surgiram inspirações e experiências e, por meio de uma linguagem lúdica, os livros abordam os conflitos dos personagens, de forma simples e diretas, como as próprias crianças”, explica.
A autora afirma que, a partir do contato com as histórias, a criança, o educador ou a família encontram um modo de dialogar com suas experiências pessoais e cotidianas e deste modo percebem que não estão sozinhos. “Os contos podem auxiliar para que sentimentos de medo e ansiedade gerados pelo bullying podem deixar de ser silenciados. Aí está a importância de ler e ouvir histórias, pois cada leitor vincula o conto com a situação ou virtude que está desenvolvendo na formação de sua personalidade”, destaca Nana.
Sobre Nana Toledo
Nana Toledo é escritora, cantora e compositora. Gravou inúmeros CDS e possui diversos livros publicados, de forma independente e pela Editora Vale das letras. Entre as coleções, estão a Casa dos Sentimentos, Poeminhas Ecológicos e Cantigas em Contos. É formada em Pedagogia e Artes, com especializações nas áreas de Alfabetização, Literatura e Musicoterapia. Com mais de 20 anos de experiência, atua como educadora musical, focalizadora de danças circulares e contadora de histórias. Presta assessoria pedagógica a empresas e instituições, além de ministrar workshops e palestras nas áreas em que atua.

Fonte: http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=11252

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012



Amizade
A amizade nos impulsiona
Transcende
É companheira,
É amiga
... Simplicidade na complexidade
Complexidade de emoçoes, frutações, carências, medos e abandono
É Atitude que protege
Que esta ali, pronto para te ajudar e consolar
Que te colaca no colo
Que te coloca no chão
Amizade... o que seria de alguém sem um amigo?
(Elisandra Pauleli)


O Sentido da vida
O que torna valiosa nossa vida é descoberta de nossa existencia, a nossa missão. O sentido, muitas vezes, é mais importante que nossa vida...
O sentido da vida se torna a chave de todos os problemas no nosso dia a dia.
O sentido da vida torna o ser humano mais sensivel as coisas pequenas da vida, como se deslumbrar com a inocência de uma criança..
Se torna tão agradavel, que possui sabor de existência, de descoberta da verdadeira "vida".
Elisandra Pauleli

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Início das aulas marca o retorno do bullying

Bom Dia Sorocaba
Sem saberem a diferença entre brincadeira e agressão, crianças sofrem caladas e pais ignoram o problemaStefhanie Piovezan/Agência BOM DIA
Falta pouco para as férias acabarem, e, com elas, a paz de muitas crianças e adolescentes que, ao voltarem ao ambiente escolar, serão humilhados e agredidos pelos “colegas”. É o chamado bullying.
“Essa prática sempre existiu e acontece muito. O que mudou nos últimos 20 anos foi o olhar, a percepção. Antes, humilhar um colega mais novo ou diferente era considerado normal. Muita gente, até hoje, ainda considera assim”, diz o psiquiatra Wimer Bottura Jr., presidente do Comitê Multidisciplinar de Adolescência da APM (Associação Paulista de Medicina) e autor do livro “Filhos Saudáveis”.
Além do erro de considerarem normais as agressões, pais e sociedade falham também na resolução do problema. “O primeiro procedimento da família do agressor é negar e, depois, punir”, diz Wimer. “Os pais devem observar e ouvir mais os filhos, dialogar e procurar tratamento”, recomenda.
Outro ponto falho é a identificação das agressões, tanto por parte de quem pratica quanto pelo lado de quem sofre. “É muito complicado determinar onde acaba a brincadeira e onde começa a agressão. As pessoas têm direito de brincar, fazer piada, mas é difícil diferenciar. Para algumas pessoas, causará sofrimento, para outras, não; por isso, é difícil pensar em uma regra como ‘toda brincadeira que cause sofrimento é bullying", diz o médico.
Para Wimer, a melhor opção é observar e conhecer a pessoa antes de fazer brincadeiras, para ter certeza de que ela não ficará magoada.
VÍTIMAS
É comum tratar como vítima apenas quem sofre as agressões, mas não é bem assim. De acordo com o médico, quem pratica o bullying também sofre. “De um modo geral, o agressor faz com o outro o que fazem com ele ou como ele se sente. Por outro lado, a vítima, que pode ter sido criada em um ambiente opressivo ou superprotetor, não reage e não conta”, diz Wimer. “A criança pensa: ‘Meu pai vai me bater, minha mãe vai desmaiar...’”, diz o médico.
Além disso, segundo Wimer, o agredido tende a reconhecer o problema e buscar tratamento, mas o agressor, muitas vezes, não percebe o erro e não procura ajuda. Para ajudar os jovens a quebrarem o silêncio, vídeos, livros e peças de teatro começam a abordar o assunto (veja ao lado). É o caso da campanha “Chega de Bullying”, do Cartoon Network, que discute o problema durante a programação.
“Onde quer que aconteça, não importando a forma que assuma, o bullying é inaceitável. Há três lados envolvidos nas agressões: o agressor, a vítima e a testemunha. O que a campanha quer mostrar é que os três se sentem mal com o ato e podem fazer algo para evitar essa situação”, disse Barry Koch, gerente-geral da emissora, ao apresentar a campanha, em novembro.
IDENTIFICAÇÃO
Como o limite entre as brincadeiras e o bullying é tênue, pais e professores devem prestar atenção aos indícios do problema.
Crianças com tendência agressiva e companhias duvidosas merecem atenção. Até mesmo as coleções, com bonecos de guerra, por exemplo, podem dar pistas do comportamento. Já as pessoas agredidas costumam buscar motivos para faltar às aulas e, assim, escaparem do sofrimento.
PESQUISA
Apesar de muito disseminado nas escolas, o bullying vem ganhando espaço também na internet. Uma pesquisa da Ipsos/Reuters mostra que mais de 10% dos pais ao redor do mundo afirmam que seus filhos sofreram bullying na internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na rede. Daí a importância de prestar atenção nos filhos, sempre.
LIÇÃO DE CASA
LeituraLivros como “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas”, da médica Ana Beatriz Barbosa Silva, e “Filhos Saudáveis”, de Wimer Bottura Jr., ajudam a identificar o problema e abrir um canal com as crianças, para que elas contem o que está ocorrendo.
VídeosCom a crítica ao bullying mais difundida pela sociedade, vídeos com campanhas de diversos países ganham destaque no YouTube. Confira alguns exemplos em http://migre.me/7Cr45, http://migre.me/7Crhd e http://migre.me/7Cri8.
TV e teatroA atenção para o bullying e as suas consequências – as constantes humilhações chegam a levar estudantes ao suicídio – também está na televisão, com a campanha do Cartoon Network, e no teatro, com a peça “Os Ruivos”, escrita pelo ator Pedro Monteiro, que sofreu com o preconceito na infância.

http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/10774/Inicio+das+aulas+marca+o+retorno+do+bullying+

Lady Gaga lança fundação contra bullying

Revista Quem
Fundação Born This Way promete defender os diretos dos adolescentes e das crianças, vítimas de abusos psicológicos

Lady Gaga, 25, anunciou na última quinta-feira (19) que lançará no próximo mês a Fundação Born This Way, voltada para crianças e adolescentes vítimas de abusos psicológicos, o bullying. O evento de lançamento está marcado para o dia 29 de fevereiro na Universidade de Harvard.

De acordo com o comunicado, a fundação ajudará os jovens a "explorar as melhores maneiras de alcançar e criar uma nova cultura de bondade, coragem, aceitação e capacitação". Gaga tem sido uma defensora feroz da tolerância e sempre levou uma mensagem anti-bullying em seus shows, entrevistas e redes sociais.

Em dezembro de 2011, a cantora participou de uma reunião com o presidente norte-americano Barack Obama para compartilhar suas experiências e ideias sobre como erradicar a intolerância entre os jovens.

"A BTWF, uma organização sem fins lucrativos, irá abordar questões como a auto-confiança, bem-estar, anti-bullying, orientação e desenvolvimento de carreira e de defesa", diz o comunicado. "Com foco na mobilização digital para criar mudanças positivas, a BTWF apresentará à juventude uma sociedade nova e corajosa, em que cada indivíduo é aceito e amado como a pessoa que nasceu para ser."

Fonte: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI290285-9531,00-LADY+GAGA+LANCA+FUNDACAO+CONTRA+BULLYING.html

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CAMPANHA FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO


Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ...ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender.
Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias conseqüências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias. Dessa forma, é preciso conscientizar as crianças o quão grave é essa “brincadeira”.

Rafa diz que, se fosse mulher, "pegaria" Fael

R7

"Adotado" pelos brothers, veterinário aprende a se vestir com carioca

Fael já reclamou, em tom de brincadeira, que está sofrendo bullying dos colegas de confinamento, mas a verdade é que os brothers "adotaram" o veterinário.

Durante a primeira festa, João Carvalho ensinou alguns passos de dança para Fael. Yuri, por sua vez, está ajudando o veterinário a manter a forma.
Na noite desta quarta-feira (18), após receberem os figurinos, Fael recebeu a ajuda de Rafa para se arrumar.
O projetista de iluminação deu várias dicas de como Fael deveria arrumar a roupa. Preocupado e desacostumado com o jeito "urbano" de se vestir, o veterinário perguntou se era para a cueca ficar aparecendo.
Rafa disse que não tinha problema, porque o colega estaria de camiseta.
Após a consultoria, Rafa disse que, se fosse mulher, "pegaria" Fael.
- Eu dava uns pegas - brincou o carioca.

Fonte: http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/rafa-diz-que-se-fosse-mulher-pegaria-fael-20120118.html?question=0

Zooey Deschanel sobre bullying: "cuspiam na minha cara"

Terra
Zooey Deschanel é protagonista da série 'New Girl'
 Zooey Deschanel afirmou que chorava todos os dias na escola. A atriz contou que sofria bullying e que as meninas cuspiam na sua cara. "As pessoas eram tão más comigo", contou. As informações são do Female First.
A estrela do seriado New Girl disse que esperava que a situação mudasse quando começou a estudar na universidade de Northwestern, porém continuou lutando para se encaixar no mundo de seus colegas, em Nova York.
"Eu pensei que seria legal ter uma experiência em uma faculdade tradicional, mas depois notei que nenhuma daquelas pessoas entendia o que era legal em mim", completou.

Fonte: http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI5565918-EI13419,00-Zooey+Deschanel+sobre+bullying+cuspiam+na+minha+cara.html

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pedro e João: a história de dois meninos gays e uma infância devastada

Revista Epoca
Um homem adulto narra seu percurso de dor para assumir sua sexualidade. E conta como, para se proteger, participou de atos de bullying na escola contra seu melhor amigo

Da infância, somos todos sobreviventes. Alguns mais do que outros. Esta é a história de um homem em busca de compreender a si mesmo. E de tentar, como adulto, ser diferente do menino pelo poder da narrativa. Esta história é contada aqui porque foi a nossa ignorância – a minha e também a sua – que destroçou a vida dessas duas crianças. E tem destroçado – às vezes em brutal literalidade, com tiros e pancadas – a vida de muitos – demais.
Antes, a história de como nos conhecemos. Ele me enviou o primeiro email no início de dezembro. Um amigo dele acabara de ser assassinado por homofóbicos, e ele tinha se deparado com uma campanha na internet que arregimentava pessoas a se unirem para executar homossexuais. Ele tinha medo de sair de casa. Estava assustado. E também com raiva. Pedia que eu denunciasse a campanha nesta coluna.
Respondi que escrever sobre esse tipo de manifestação era amplificar uma voz de ódio. Afinal, o sonho de quem divulga algo na internet é ser acessado, replicado, comentado, seguido, citado. Em vez disso, propus a ele que me contasse a sua história para – talvez – publicá-la aqui. Contar uma história que nos aproxime é a melhor resposta que podemos dar a quem usa as palavras para aumentar as distâncias.
Desde então, iniciamos uma correspondência. Chequei a sua identidade, mas respeitei sua decisão de ocultar seu nome. Nessa narrativa real, vamos chamá-lo de Pedro. Filho único de uma família de classe média do interior de Minas, Pedro tem 28 anos, é engenheiro ambiental e hoje vive sozinho em Goiânia. Um brasileiro como tantos outros, que trabalha duro e paga seus impostos. Todo ano ele participa da parada gay, mas não é o que se poderia chamar de um militante do movimento. Em Goiânia, assume sua homossexualidade em todos os espaços – e também no trabalho. Mas preferiu se afastar da família a contar que era gay. Neste Natal, como veremos mais adiante, ele fez um pequeno grande gesto.
Aos poucos, ao longo da nossa troca de cartas virtuais, percebi que não se tratava apenas da história de Pedro. Mas da história de Pedro e de João. Quando era criança, o melhor amigo de Pedro era João. E era João quem não conseguia esconder dos colegas de escola que era gay. Pedro posicionou-se ao lado dos mais “fortes”, como tantos de nós a vida toda, e mais ainda na infância. Alinhou-se ao lado dos pequenos machos quando eles tornaram a vida de João um inferno humano. Tão humanamente infernal que ele acabou mudando de cidade no início do ensino médio. Como acontece ainda hoje em muitas escolas, nem professores, nem pais, nem colegas, ninguém fez gesto algum na direção de João. Todos permitiram, por ação ou omissão, que João fosse agredido, acuado, encurralado e, por fim, exilado.
Essa memória assombra Pedro até hoje. Como a maioria de nós, ele queria ter sido mais forte na infância. Não mais “forte” como os pequenos machos, tão atrapalhados com sua sexualidade que precisavam “denunciar” a do outro. João queria ter sido tão forte quanto Pedro, que ousava ser. Se tivessem sido os dois, talvez pudessem ter resistido mais. Mas, por muito tempo, Pedro mal pôde consigo mesmo. E então, quando ele já tinha sua própria vida adulta e independente, um de seus melhores amigos foi assassinado porque era. Gay. E Pedro, de novo, sentiu-se muito impotente.
Contar sua história talvez seja a forma encontrada por Pedro para inverter o curso dessa memória dentro de si. Pronunciar o que virou silêncio sem ser – e por assim ter sido tanto o feriu. A ele e a João, antes que ambos pudessem se defender. Quando pergunto sobre esse círculo que se fecha, Pedro escreve: “Acho que vai me incomodar pelo resto da vida”.
É espantosa a quantidade de dor que pode caber numa vida apenas por causa da ignorância. Da nossa ignorância. A história de Pedro – e também a história de Pedro e de João – é assim.
O começo: ou como Pedro expôs João para que não o descobrissem
“Nasci numa cidade do interior de Minas com 80 mil habitantes. Pequena, conservadora, cheia de falsos moralismos. Desde muito cedo eu percebi minha orientação sexual. Desde criança achava os meninos mais interessantes do que as meninas. Sempre pensei que no órgão sexual feminino faltava alguma coisa. E tinha curiosidade para ver o órgão sexual dos meus amigos. Mas nunca fui muito sexualizado na infância e nem mesmo na adolescência. Talvez evitasse a sexualidade pela consciência da minha orientação sexual.
Ainda no colégio, eu era uma pessoa extrovertida e comunicativa, mas quando percebi que havia algo de diferente, tornei-me recluso. Sempre estudei no mesmo colégio, com a mesma turma. Desde o início, tinha um colega que conseguia disfarçar menos sua homossexualidade e, para continuar pertencendo ao grupo, eu participava de ataques de bullying homofóbico. Estes eram os momentos nos quais eu me sentia pior.
João sempre estudou na mesma turma que eu. Éramos muito amigos na infância, nossas mães eram amigas e ambos éramos filhos únicos. Ele frequentou a minha casa e eu a dele, brincamos muito na infância, éramos os melhores amigos. Apesar de ser um ano mais velho do que eu, João não aparentava, porque sempre foi muito sensível e delicado. O fator ‘não jogar bola’ influencia muito o que as crianças pensam quanto à sexualidade de outra. E João não jogava.
É engraçado. Nunca trocamos uma palavra sequer em relação ao sexo. Ao menos, não que eu me lembre. Jogávamos muito videogame juntos, e geralmente ele passava pela manhã em minha casa para irmos ao colégio. Não sei bem explicar como, mas nossa relação e encontros foram tornando-se esparsos, até que nos tornamos meros colegas de sala. Ele passou a ser um garoto solitário, menos risonho. Aproximou-se mais das garotas e adquiriu ‘trejeitos’, que talvez sempre tenha tido, mas que somente com o amadurecimento e a consciência do mundo eu e os outros garotos começamos a perceber.
Eu tinha 12 ou 13 anos nessa época. Acho que, por pertencer a uma família que preserva bastante as tradições mineiras, na qual era comum escutar comentários homofóbicos e até mesmo racistas, eu tinha o preconceito internalizado de que a homossexualidade era algo errado. E é muito estranho ser ‘errado’. Eu não tinha com quem conversar, eu não tinha com quem dividir meus desejos. E acho que foi a fase na qual eu tive mais medo na minha vida. Era um medo de tudo, um medo de mim.
Adquiri repulsa por alguém que eu imaginava ser a pessoa que mais se assemelhava a mim. Julgava-o sujo. Era como se o distanciamento que criei com ele disfarçasse a minha sujeira. Não sei bem ao certo, mas em virtude de suas maneiras mais delicadas, nós, os meninos, simplesmente deixamos de conviver com ele. Não sei como surgiram os primeiros episódios de bullying. Mas, aos poucos ele começou a ser motivo de chacota na sala e, em pouco tempo, de todo o colégio.
Crianças e adolescentes têm uma maldade que eu não entendo. Todos os dias escrevíamos no quadro seu apelido: “João viadinho”. A situação de bullying era clara. Ele sofria muito, era perceptível. Quando cruzávamos com ele, ríamos e imitávamos trejeitos femininos. Os meninos da sala não o tocavam, pois, caso isso ocorresse, pegariam ‘viadice’. Imagino o quanto isso foi dolorido para ele.
Logo, ele começou a permanecer todo o recreio dentro da sala de aula. E as agressões passaram do campo das palavras para o físico. Em suas tentativas de revide, ele levava tapas, socos e pontapés. Eu não cheguei a fazer isso. Mas, os outros garotos, sim. Quando ele passava pelo corredor, próximo ao grupinho dos ‘machos’, além de um ‘E aí, viadinho?’, ele levava sempre uns bons tapas, e sempre havia algum engraçadinho para sair rebolando atrás dele. Eu nunca o olhava nos olhos. Sentia muita vergonha.
É uma dinâmica estranha. Você tem que pertencer a um grupo, e ser diferente te exclui. Hoje, entendo que muita daquela repulsa estava relacionada a um certo grau de atração que eu sentia por ele. E aquilo para mim era errado. Os professores nunca tomaram nenhuma atitude. Ninguém nunca tomou nenhuma atitude. Escutei trechos de uma conversa de minha mãe com a mãe dele em relação à sua sexualidade, mas não consegui entender muito e não fui capaz de tocar no assunto. Até hoje não consigo compreender como fui capaz de ter feito tudo aquilo. Sei que fui muito covarde. Porque, no fundo, eu sabia pelo que ele estava passando. E nunca lhe estendi a mão.  

Quando você se descobre gay – o que faz você se sentir diferente da maioria –, isso faz com que, de uma maneira inconsciente, você lute para ser igual. É uma resistência interna, uma forma estranha de luta entre o ‘você aparente’ e o ‘você real’. Eu tinha aversão ao meu corpo, a toda e qualquer coisa relacionada à sexualidade. Qualquer programa de TV, livro ou texto que se referisse à sexualidade me causava pânico. Eu não passei pela fase comum aos adolescentes, na qual a masturbação é uma atividade comum. Eu sentia medo, pois era nessas ocasiões que eu tinha a certeza de que realmente era homossexual.
Não é somente seu ciclo social que é quebrado através da fase de reclusão. Dentro de você é como se o fator sexualidade também fosse rejeitado. Sexo assusta. O que não se aceita é melhor que fique escondido. Acho que senti repulsa por João ao perceber que alguém tinha uma aceitação maior consigo mesmo do que a que eu tinha para comigo. Eu conseguia reprimir, então era difícil aceitar que aquela pessoa não conseguisse.
Eu nunca o defendi. Tinha medo de que toda aquela repulsa se voltasse contra mim. João saiu da escola e da cidade no final do primeiro ano do ensino médio. Mudou-se para Uberlândia (MG). Nesse meio tempo, acho que até mesmo por um grande peso na consciência, foi a minha vez de me afastar. Tranquei-me no quarto e não queria sair de lá.”


 
 
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Bullying na internet é problema global, mostra pesquisa

delas
Maioria das pessoas questionadas considera que cyberbullying merece atenção especial de pais e escolas

Mais de 10% dos pais ao redor do mundo afirmaram que seus filhos sofreram bullying na Internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na Web, segundo uma pesquisa da Ipsos/Reuters.
Mais de três quartos das pessoas questionadas na pesquisa global consideraram o cyberbullying diferente de outros tipos de perseguição e disseram que ele merece atenção especial e esforços de pais e de escolas.
"Os dados mostram claramente um apetite entre pessoas ao redor do mundo por uma resposta direcionada ao cyberbullying", disse Keren Gottfried, da empresa de pesquisas Ipsos, que conduziu a pesquisa.
Ela acrescentou, contudo, que depende dos educadores agir de acordo com essa demanda.

A pesquisa online, que englobou mais de 18 mil adultos em 24 países, dos quais 6.500 são pais, mostrou que o veículo mais utilizado para o cyberbullying são sites de redes sociais como o Facebook, citado por 60% das pessoas.
Aparelhos móveis e salas de bate-papo na Internet ficaram nos distantes segundo e terceiro lugares da pesquisa, sendo que cada um deles foi citado por 40% das pessoas.
Embora a pesquisa tenha mostrado que a conscientização sobre o cyberbullying é relativamente alta, com dois terços das pessoas afirmando que ouviram, leram ou viram informações sobre o fenômeno, a pesquisa mostrou que há muitas diferenças culturais e geográficas a respeito dele.
Na Indonésia, 91% dos entrevistados disseram conhecer o cyberbullying. Na Austrália, o número foi de 87%, e Polônia e Suécia ficaram a seguir. Mas somente 29% das pessoas ouvidas na Arábia Saudita e 35% dos entrevistados na Rússia haviam ouvido sobre o cyberbullying.
Nos Estados Unidos, o número foi de 82%.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/bullying-na-internet-e-problema-global-mostra-pesquisa/n1597568824628.html



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Internet: uma importante ferramenta na descoberta de bullying

tech tudo
bullying é uma situação recorrente, especialmente entre crianças e jovens em idade escolar. Uma das ferramentas mais utilizadas na propagação dessa atitude é a Internet. No entanto, a web também pode e deve ser utilizada como instrumento para descobrir e combater esse tipo de assédio. O TechTudo relembra alguns casos que aconteceram ao redor do mundo para servir de alerta deste tipo de violência.
Na Austrália
Um dos casos de bullying que alcançaram repercussão mundial por meio da rede foi o do menino australiano Casey Heynes, conhecido na web como Zangief Kid. O rapazinho, após sofrer meses de abuso psicológico, revidou a uma provocação e bateu em um menino da sua escola. Após a repercussão do vídeo na Internet, várias manifestações de pessoas que também sofriam bullying aconteceram ao redor do planeta, o que desencadeou a discussão do problema.

Nos Estados Unidos
Tyler Clemente (Foto: Reprodução)Tyler Clemente (Foto: Reprodução)
Um caso chocante ocorreu na Universidade Rudgers, em Nova Jersey, onde Tyler Clemente, 18, estudava. Clemente com Dharum Ravi, como é comum nas universidades norte-americanas. Em determinado momento, o rapaz pediu um pouco de privacidade ao colega, que atendeu.
No entanto, Ravi deixou a webcam ligada e, assim, capturou em vídeo o que acontecia no quarto em sua ausência. As imagens, que mostravam Clemente beijando outro rapaz, foram parar na web. Tyler se suicidou.
Justine Williams (Foto: Reprodução)Justine Williams (Foto: Reprodução)
Já o ocorrido com Justine Williams, de 14 anos, repercutiu mundialmente. A jovem sofreu bullying virtual por causa da prótese que usa em uma das pernas, necessária após a realização de diversas cirurgias para vencer um câncer.
Williams começou a receber mensagens de violência pelo celular e acabou descobrindo que quem as enviava era sua melhor amiga. A “amiga” usava um site que ocultava a origem do número telefônico para encaminhar as ofensas.
No Brasil
No Brasil, casos de bullying virtual têm ocorrido com bastante frequência. Na maior parte dos deles, o problema tem reflexos na rede, com a criação de comunidades ou grupos em redes sociais.
Em um dos casos relatados pela SaferNet, uma organização sem fins lucrativos que tem por missão materializar os casos relativos à crimes virtuais, a jovem Alice (nome fictício) de 17 anos aparece como uma vítima clássica. A menina estudava em um colégio na Zona Oeste de São Paulo e, após dois anos neste ambiente, descobriu que, anonimamente, haviam sido criadas comunidades com conteúdo difamatório contra ela e contra a origem de sua mãe.
A família a transferiu de colégio, mas o problema já havia se alastrado de tal forma que, na outra escola, as comunidades também já eram conhecidas. A solução foi enviar a menina para um intercâmbio fora do país.
Rodeio das Gordas (Foto: Reprodução)Rodeio das Gordas (Foto: Reprodução)
Já o episódio conhecido como "Rodeio das Gordas" foi amplamente divulgado na mídia nacional. A circunstância ocorreu quando alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizaram a divulgação do “rodeio” que aconteceria paralelamente a um evento esportivo promovido pela universidade. A ação consistia em encontrar meninas com determinadas características físicas no campus e subir em suas costas, simulando uma das provas deste tipo de competição.
Após a descoberta da comunidade que divulgara a prática no Orkut, os alunos responsáveis
pela página foram investigados e punidos com medidas disciplinares pela universidade e
legalmente por meio de ação impetrada pelo Ministério Público. Dois dos três rapazes que
participaram da brincadeira de mau gosto aceitaram pagar indenização mediante acordo.
O acordo foi fechado tendo em vista as informações veiculadas na página do Orkut, pois não houve apuração que pudesse comprovar a prática real do "rodeio", como enfatizaram os responsáveis pela ação. Um dos rapazes, que não assinou o acordo, terá que responder processo por danos morais difusos, ou seja, quando um ato constrange várias pessoas.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/01/internet-uma-importante-ferramenta-na-descoberta-de-bullying.html

Livro e-book Viagem ao Mundos dos Pensamentos de Elisandra Pauleli

Clube dos autores.
VIAGEM AO MUNDO DOS PENSAMENTOS de Elisandra Pauleli

A peça de teatro infantil Viagem ao Mundo dos Pensamentos narra a historia do menino Pedro de 8 anos orfão, criado pela avó, autor de bullying e suas dificuldades no contato com outras pessoas, sempre de maneira agressiva e debochada. Contráriado, com a ajuda de sua irmã Camila preocupada com as "esquesitices" das pessoas em destruir o mundo que vivem, e seu amigo mágico Junior partem para o mundo lúdico desconhecido Mundo dos Pensamentos em buscas de resolução de suas dúvidas, onde irão passar por muitas aventuras, descobrir vários lugares, pessoas e historias de vida. Atras de respostas, descobrem o verdadeiro sentido da vida e realizações. Nessa busca de salvar o mundo em que vivem, Pedro se identifica com a vida de cada personagem que passa por ele e consegue se transformar de autor de bullying para uma criança modificada e altruísta.

Ebook (pdf)
R$ 6,63

Tema:TeatroPalavras-chave:bullying

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Adolescente supera bullying por causa da acne e se inscreve em concurso de beleza

Globo.com
Harriet Page, 18 anos, foi apelidada de tabuleiro de dardos pelos garotos da escola por causa do rosto cheio de marcas, mas tratou o problema e recuperou a auto-estima

Assim como muitos adolescentes, a inglesa Harriet Page, hoje com 18 anos, sofreu bullying na escola. O principal motivo era a forte acne que deixou muitas marcas vermelhas em seu rosto.

Os garotos da escola a apelidaram de tabuleiro de dardos por conta dos pontos vermelhos na face. “Eu nunca tive vontade de voltar para a escola no dia seguinte”, disse a garota ao jornal britânico Daily Mail. Após sofrer algum tempo, Harriet procurou ajuda médica. O dermatologista receitou a droga mais poderosa para combater a acne durante quatro meses.

O resultado do tratamento foi incrível. Harriet ficou apenas com uma pequena cicatriz e, finalmente, se sente segura para sair de casa sem maquiagem.

Com a auto-estima recuperada, sua mãe sugeriu que a filha se inscrevesse em um concurso de beleza. Harriet aceitou a sugestão e se candidatou ao concurso Miss Hampshire 2012. “Esse é o meu primeiro concurso e eu não espero chegar a lugar algum. Por isso, ainda não pensei como seria vencer. Acho que se isso acontecer, vou ficar sem palavras”, diz a loira.

Para Harriet, estar participando de um concurso de beleza já é uma conquista, não importa o resultado!

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/1,,EMI288625-17729,00.html

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Fãs acusam o canal Disney de bullying contra Justin Bieber

ofuxico.com.br
As 'Beliebers' acreditam que o Disney Channel passa dos limites com piadas sobre Justin

As fãs de Justin Bieber estão por conta com o canal Disney. Isso porque as 'Beliebers' acreditam que a emissora anda passando dos limites com as piadinhas que fazem sobre o cantor, nos programas da casa.

O problema começou com o capítulo de sexta-feira da série Jessie, protagonizada por Debby Ryan. No episódio, os paparazzi estão perseguindo a personagem, e Jessie comenta que 'é provável que os fotógrafos estejam atrás dela porque ela se parece com Justin Bieber'.

 

Isso foi o suficiente para que as seguidoras do cantor se incomodassem, e acusassem o canal de estar chamando Justin 'sutilmente de gay'.


Em uma das mensagens de reprovação, as fãs do cantor escreveram: "Disney, pensei que você ensinava as crianças a não fazer piadas entre eles mesmos. Chamar Justin Bieber de menina... Adivinhem o que é isso! ISSO é bullying".

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Agressão marcante

Revista Epoca

O bullying, a violência física e psicológica entre crianças e adolescentes nas escolas, também ocorre na internet. Pesquisadora afirma que a agressão virtual pode até ser mais grave que a real.
Bullying é o nome técnico para uma forma específica de violência disseminada nas escolas do mundo todo. A prática vai desde os tapas de um grandão num garoto mais fraco durante o recreio ao uso de apelidos maldosos para chamar os colegas. A pesquisadora e educadora Cleo Fante, autora do livro Fenômeno Bullying, acredita que as agressões escolares não só estão mais freqüentes como também se espalharam pela internet e pelos celulares.
ÉPOCA - O bullying tem crescido nos últimos anos?
Cleo Fante - Sim, o fenômeno vem crescendo em todo o mundo. Quando iniciei os estudos sobre o tema, em 2000, a média mundial era de 7% a 24% de envolvidos. Hoje, a média é de 5% a 35%. No Brasil, não é diferente, os índices são elevados. Em nossos estudos, com um grupo de 2000 alunos, na região de S. José do Rio Preto, encontramos 49% de envolvidos. Desses, 22% foram considerados vítimas, 15% agressores e 12% vítimas agressoras (aquelas que reproduzem os maus-tratos recebidos). Caso as escolas não adotem medidas preventivas, o fenômeno pode expandir cada vez mais. Isso se justifica pelo fato de que muitas vítimas reproduzem os maus-tratos sofridos. Muitos agressores também acabam se tornando vítimas, num ciclo vicioso de vitimização.
ÉPOCA - Por que o bullying é tão comum?
Cleo - Realmente o bullying é praticado em 100% das escolas de todo o mundo. Na maioria das vezes, ele é visto como brincadeira própria do amadurecimento da criança. Devido a essa interpretação equivocada é que a prática vem se alastrando cada vez mais. Por outro lado, não devemos generalizar e creditar ao bullying todas as situações que ocorrem dentro e fora da escola, ou de forma virtual. Primeiramente, temos que conhecer o fenômeno e saber diferenciá-lo das brincadeiras próprias da idade.
ÉPOCA - E o cyberbullying, a versão virtual do bullying? Acontece muito?
Cleo - É difícil quantificar essa forma de violência, pois a todo momento alguém é vítima de cyberbullying no mundo. Isso se justifica pela facilidade de acesso às ferramentas disponíveis nos modernos meios de comunicação, especialmente internet e celulares. As tecnologias estão cada vez mais sofisticadas, o que facilita a proliferação do fenômeno e dificulta a identificação dos autores.
ÉPOCA - A internet (por meio de messenger, e-mail, Orkut) possibilita que as agressões sejam feitas anonimamente, ou que o praticante de bullying esconda sua identidade com apelidos. Isso faz com que eles se sintam mais livres para importunar os outros?
Cleo - Sim, a forma virtual é mais fácil de ser empregada do que as demais (física, verbal, sexual, material, psicológica), pois basta um toque na tecla “enviar” para que os ataques se tornem reais. Tudo pode ser feito de forma anônima. Na escola, a identificação é mais fácil.
ÉPOCA - As conseqüências do bullying virtual podem ser tão graves quanto às do bullying escolar?
Cleo - Sem dúvida. Dependendo do grau de intensidade, as conseqüências podem incidir na saúde física, mental e na aprendizagem. Na Inglaterra, essa forma de praticar bullying foi responsável pelo suicídio de alguns adolescentes. Se na “vida real”, onde os agressores são identificados, é difícil dar um basta às situações de maus-tratos, imagine no espaço virtual, onde difamações, ameaças, intrigas e fofocas são espalhadas em rede mundial.
ÉPOCA - A vítima típica do bullying escolar é a mesma do cyberbullying?
Cleo - Nem sempre. Muitos alunos que não possuem perfil de “bode expiatório” estão sendo alvos, além de professores, coordenadores e diretores de escolas. Qualquer um de nós pode se tornar vítima de ataques virtuais e se deparar com fotografias montadas, piadinhas, comentários sexistas ou racistas sobre nossa própria intimidade.
ÉPOCA - Existem maneiras de os pais perceberem se o filho é vítima ou até praticante do bullying virtual?
Cleo -
Recomendo que os pais fiquem atentos quanto ao comportamento dos filhos, durante e após o uso dos computadores e dos aparelhos de comunicação fixos e móveis. É necessário dialogar abertamente e refletir sobre o uso irresponsável dessas tecnologias de informação e comunicação.
ÉPOCA - Como se deve resolver o problema?
Cleo - A escola, muitas vezes, não é o palco direto dessa forma de ataque, mas é um espaço que favorece a continuidade dos maus-tratos. Nesse sentido, recomendo que especialistas no assunto discutam com os profissionais da escola e com os alunos, encontrando maneiras de prevenir o bullying em suas diversas formas. O objetivo é melhorar a qualidade das relações pessoais e de ensino e aprendizagem.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1073893-1655,00.html

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Bullying homofóbico com base em religião pode ser autorizado

           Parou Tudo.com



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Menor que sofreu bullying na escola será indenizado

Bonde
O Tribunal de Justiça do Ceará condenou a Organização Educacional Academos a indenizar um aluno de 11 anos agredido no banheiro da escola em R$ 10 mil.

O fato ocorreu em 2005. Três rapazes maiores de idade levaram o menino à força para o banheiro, jogaram ele no chão e tentaram retirar sua calça.

A mãe alegou que o menino passou a sentir muito medo e teve que buscar apoio psicológico.

A instituição de ensino ainda apresentou recurso no Tribunal, alegnado que agiu rapidamente no caso para minimizar o trauma do estudante, expulsando os agressores.

A desembargadora ressaltou que houve omissão da instituição em não fiscalizar corretamente a rotina dos estudantes. (com informações do site Última Instância)
Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-12--18-20120104&tit=menor+que+sofreu+bullying+na+escola+sera+indenizado

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

“BULLYING – A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA NÃO COMBATE”

Ponto de vista
O Congresso Nacional tem vários projetos de lei que tratam do combate ao bullying nas escolas. Existem propostas de adoção de uma política nacional de combate ao fenômeno da violência, e o enquadramento do bullying como crime, punido com prisão.

O Deputado Federal Fábio Faria (PSD/RN), no ano corrente, apresentou o Projeto de Lei 1011/11, que tipifica o crime de intimidação escolar ou bullying. A proposta, que na verdade é uma remodelação de uma anteriormente já arquivada na Câmara, prevê pena de detenção de um a seis meses, além de multa, para esses casos. O professor do curso de direito, que também é mestre em Direito Constitucional, Paulo Renato Guedes Bezerra, falou sobre a falta de uma legislação específica para os problemas relacionados à segurança digital e deu alguns caminhos para as famílias que se sentirem prejudicadas por possíveis casos de cyber bullying ou problemas semelhantes.

É importante denunciar e registrar
Como avalia os riscos de uma criança ou adolescente vir a sofrer bullying na internet e como a legislação brasileira trata o assunto no que se refere a punições e formas preventivas?
Recentemente, em setembro último, a Prefeita de Natal sancionou a Lei nº 6.283, que visa a combater a prática de bullying nas escolas municipais, definindo-o como "ações de violência física e/ou psicológicas, com o intuito de intimidação e/ou agressão, sem motivação evidente praticada por um indivíduo ou grupo, dirigidas a uma ou mais pessoas". O programa, segundo a lei, tem por objetivo "prevenir e combater o bullying nas escolas, capacitar a equipe pedagógica para implementação de ações de discussão, prevenção e orientação, incluindo aspectos éticos e legais, para lidar com o problema em questão, além de incluir no Regimento Escolar regras contra o bullying, observar, identificar e analisar praticantes e vítimas de bullying na escola. Com relação à prevenção, o programa deverá desenvolver campanhas educativas, informativas e de conscientização, integrar a comunidade, organizações sociais e meios de comunicação nas ações de enfrentamento ao bullying, promover debates e palestras acerca do assunto, orientando pais e familiares, bem como proporcionar apoio às vítimas e agressores.

Mas, especificamente sobre o cyberbullying, existe alguma forma de combate?


A legislação brasileira não o combate de maneira específica, mas há diversos dispositivos legais em vigor que podem auxiliar na frente contra essa prática, de maneira genérica. Sob a ótica do Código Civil vigente, deve-se encarar a responsabilidade sem culpa, por parte daqueles que mantém o dever de prestar contas do menor à sociedade. Mas para que os pais tenham a obrigação de indenizar, deve ser observada, expressamente, a dicção do artigo, 932, I, do Código Civil, ampliando-se a hipótese também tal posicionamento também para os tutores e curadores. "Art. 932 diz que são também responsáveis pela reparação civil: I - os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade eem sua companhia; II - o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições".
A discriminação atinge a todas as classes sociais
E com relação a possíveis punições ou reparação de danos morais causados a adolescentes?

Segundo o referido entendimento, a indenização por parte dos responsáveis deve obedecer à prevalência dos menores sob a autoridade e na companhia destes. Tratando com maior proximidade da questão indenizatória, o legislador brasileiro acrescentou a dicção do artigo 942 ao mesmo diploma legal, nos seguintes termos: "Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação. Parágrafo único. São solidariamente responsáveis com os autores os co-autores e as pessoas designadas no art. 932.  Falamos, portanto, em solidariedade para fins indenizatórios, em 02 (duas) hipóteses distintas: (a) entre os menores que promovem o assédio moral em face da vítima ("autores" e "co-autores")e (b) entre seus responsáveis. Isso, em outras palavras, quer dizer que caberá o pagamento de indenização por quem pratica ou pelo responsável de quem pratica o bullying.

http://redacaocajarana.blogspot.com/2012/01/bullying-legislacao-brasileira-nao.html

Comissão de Segurança votará neste ano projeto de combate ao bullying

Correio do Brasil
Agência Câmara dos DeputadosA Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara pode votar neste ano um substitutivo para 11 projetos sobre bullying (PL 1785/11 e outros). O texto foi elaborado pelo deputado William Dib (PSDB-SP) e traz diretrizes para a ação da sociedade no combate e prevenção ao bullying. Essa prática se caracteriza por agressão física ou verbal feita de forma intencional e repetida com o objetivo de constranger, intimidar, agredir, causar dor, angústia ou humilhação à vítima.
O texto prevê a adoção de medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate ao bullying em instituições de ensino públicas e privadas e em clubes e agremiações recreativas. Essas instituições deverão adotar programas que incluam a capacitação de professores, funcionários e equipe pedagógica para implantar ações contra o bullying; a integração da comunidade e das famílias nessas ações; a identificação de eventuais praticantes e vítimas de bullying; e a responsabilização e mudança de comportamento dos agressores.
Entre outras medidas, o substitutivo prevê a criação de um serviço de atendimento telefônico pelos órgãos públicos para receber denúncias de bullying. O texto também descreve o cyberbullying (uso da internet para atingir a honra e a imagem de pessoa, incitar a violência, adulterar fotos, fatos e dados pessoais) e prevê o estímulo à solidariedade para evitar os trotes universitários.
Sofrimento
O deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) ressalta que o bullying começou a ser estudado em países europeus devido ao alto índice de suicídios de jovens, o que demonstra a gravidade do sofrimento provocado por agressões e humilhações constantes no ambiente escolar.
"Os efeitos do bullying são minimizados se uma criança chega em casa e diz para o pai ou para a mãe que está sofrendo. O grande problema é que essa criança se tranca no quarto e ninguém fica sabendo do sofrimento que ela tem. A gente quer ajudar os pais a perceber a mudança de comportamento do filho para detectar se ele está sofrendo bullying ou não. Depois de ocorrido, é preciso saber o que fazer com essas crianças, saber como diminuir esse trauma tão forte."
Segundo o pediatra Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria, muitos pais não dão valor ao sofrimento da criança, minimizando o problema ou até criticando o filho por sofrer com algo que, para eles, é inofensivo e natural.
Para Lopes Neto, no entanto, é necessário combater o bullying. "É uma atitude agressiva, é uma violência, gera sofrimento para a vítima e pode gerar a perpetuação desse comportamento agressivo a quem o pratica".
Após análise na Comissão de Segurança Pública, o substitutivo que propõe o desenvolvimento de política antibullying em escolas e clubes será analisado por outras três comissões da Câmara (de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania).
http://correiodobrasil.com.br/comissao-de-seguranca-votara-neste-ano-projeto-de-combate-ao-bullying/351017/

Pornografia e bullying matam app de segredos para iPhone

Macworld Brasil
Segundo fundador do projeto PostSecret, era impossível manter o software livre desse tipo de conteúdo; app recebeu 2 milhões de posts em 3 meses

O popular projeto PostSecret, que dá às pessoas a chance de compartilhar seus segredos e pensamentos mais profundos de forma anônima, anunciou esta semana o fim de seu aplicativo para iPhone em razão do grande volume de posts pornográficos e ofensivos.

Em um post no blog oficial do serviço, o fundador Frank Warren explicou as razões para o fim do aplicativo. O sucesso, aliado às mensagens de conteúdo erótico e os casos de bullyng, foram os principais motivos. O app registrou cerca de duas milhões de postagens em três meses – o programa permitia que os usuários tirassem fotos e escrevessem textos de até 140 caracteres revelando algum segredo de forma totalmente anônima.

“Infelizmente, o absoluto anonimato tornou muito desafiador remover permanentemente os usuários com intenções nocivas. 99% dos segredos criados seguiam o espírito do PostSecret. Infelizmente, com uma escala tão grande, mesmo 1% de conteúdo impróprio era uma quantidade muito grande para a nossa dedicada equipe de moderadores voluntários, que trabalhavam 24 horas por dia, sete dias por semana, para remover conteúdo não apenas pornográfico, mas também asqueroso e às vezes ameaçador”, explica Warren no comunicado oficial sobre o fim do app.

O criador do PostSecret também revelou que as ameaças postadas foram tão fortes que usuários reclamaram com ele, com a Apple, e até mesmo com o FBI sobre conteúdo. “Por mais que tentássemos, não conseguimos manter um ambiente livre de bullying. Há algumas semanas tive até que retirar o aplicativo do telefone da minha filha", afirmou Warren.

Apesar do fim do software, o projeto continua a receber segredos
http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2012/01/03/pornografia-e-bullying-matam-app-de-segredos-para-iphone/